INSCREVA-SE
  • Global Line

O que Global Mobility tem a ver com saúde mental e bem-estar?

Você já morou fora do seu país de origem ou está trabalhando para isso? Então vamos lá!

Há mais de 25 anos, trabalhamos apoiando profissionais transferidos para outros países.


Já atendemos mais de 4.000 pessoas ao longo de mais de duas décadas e, claramente, testemunhamos, através de muitas e muitas conversas que, parar e refletir sobre os desafios intangíveis desta escolha profissional gera segurança e uma força interna poderosa.


No geral, o principal ponto de vista da organização em relação ao bem estar do expatriado (a) é o seguinte: "O pacote está ótimo: auxílio moradia, passagens aéreas, visto. Vai lá mostrar seu talento, boa sorte e bom trabalho! Não se preocupe pois, afinal, você vai estar na mesma empresa. É tudo a mesma coisa."


Também genericamente falando, no dia a dia das organizações, o profissional de RH/ mobilidade, além de cuidar dos processos de transferência/expatriação, é pressionado para cuidar do custo total da transferência.


Infelizmente, a interpretação de que movimentar pessoas é muito caro tornou-se o foco da relação entre as pessoas transferidas e a empresa.

Regra geral: economizem, afinal essa pessoa já está sendo transferida. E quem não gostaria de estar em seu lugar?


E, bem... vamos falar a verdade: esse pensamento tem levado muitas pessoas a um grande sofrimento e, muitas vezes, à perda do dinheiro investido pela empresa, porque estas mesmas pessoas “não rendem’.


O que pesquisas mostram:

Pesquisas* já mostraram que a maior dor e o maior risco deste tipo de transferência nada têm a ver com benefícios tangíveis, mas, justamente, com as necessidades e questões intangíveis:

E se o seu colaborador(a) for casado (a) e o cônjuge estiver resistente a essa mudança?

E se a expectativa da empresa estiver desalinhada com a expectativa do(a) colaborador(a)

E se algum filho for adolescente e também resistir à transferência?

E se o movimento também implicar em uma mudança de área ou de responsabilidade? E se o casal estiver esperando um filho?

E se for a primeira vez que ele ou ela vai morar fora?

E se o cônjuge for um autônomo e a decisão de deixar de trabalhar for relevante para esse casal?

São muitos os “SE's” profissionais e pessoais que acompanham esses profissionais transferidos/expatriados. E, caso não sejam sanados, seguirão com eles o tempo inteiro.


O resultado será a perda de foco no trabalho, dor emocional, motivação e produção abaixo do esperado. Ou seja, perda do investimento alocado neste profissional.


Apoiar e acolher de maneira humanizada cada colaborador (a) e a sua família na hora da transferência é, sem sombra de dúvida, uma medida que não deve faltar no pacote de toda e qualquer movimentação.


Reconhecer as vulnerabilidades diante deste processo e planejar os próximos 3 meses após a chegada contribui muito para que os colaboradores se sintam menos isolados, carentes e em dúvida sobre tantas novidades que surgem desta experiência de vida e trabalho.


Se você já morou fora, concorda que há mais a considerar do que as questões objetivas? Que medidas poderiam ter facilitado a sua adaptação? #globalmobility #bemestar #saudemental


Links para as pesquisas: mobilityexchange.mercer.com https://www.gline.com.br/download (Pesquisa Mobility Brazil)


https://www.linkedin.com/pulse/o-que-global-mobility-tem-ver-com-sa%25C3%25BAde-mental-e-bem-estar-/?trackingId=DlJBXXxrEKDe6eV5OPsK%2Fg%3D%3D



5 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo